Vilões de filmes como foram idealizados originalmente.

( Projeto muito legal do artista e cineasta americano Brian J. Davis onde ele usa softwares usados pela polícia americana para a criação de esquetes de pessoas procuradas por crimes.

Davis usou esses softwares com as descrições encontradas nos livros onde vilões de filmes foram criados.

O resultado é o máximo.

ANNIE WILKES – (MISERY) – LOUCA ABSESSÃO

CARRIE WHITE – CARRIE, A ESTRANHA

CLARICE STARLING – O SILÊNCIO DOS INOCENTES (tá, ela não é vilã mas deixemos passar)

DRACULA –  DRACULA DE BRAM STOKER

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44/365 DE VOLTA AO JOGO

De Volta Ao Jogo é um policial violentaço que colocou Keanu Reeves de volta no jogo (ouch) de Hollywood depois de tantos filmes ruins e papéis pequenos em filmes legais.

O filme tem uma história que é um fiozinho de nada: John Wick (Keanu) começa o filme muito arrasado no velório de sua esposa e um dia depois recebe um presente: um filhote de cachorro com um cartão da esposa morta. Lindo. Fofo.

Um russo (claro!) bem filhadaputa, junto com seus capangas, entra na casa de Wick, dá uma surra nele, rouba seu Mustang 69 e pior que tudo: mata o filhote, o legado que a esposa deixou para que Wick não fique sozinho e que continue com um laço post morten.

Keanu fica louco. E volta ao jogo.

Ele passa os restantes 90 minutos do filme tentando matar o tal russo que, olha só, é filho de um chefão do crime, ex-patrão de Wick quando ele era um matador de aluguel. Em outra vida. Antes da esposa.

Ou melhor, ele era O matador de aluguel, melhor que todos, o que fazia o que ninguém mais conseguia.

Uma coisa bem legal do filme é a violência. Tá, um horror escrever isso, mas as cenas de ação são muito bem filmadas por um diretor estreando que foi um famoso dublê de Hollywood. A fotografia do filme é ótima, bem parecida com a dos filmes do Nicolas Winding Refn tipo Drive: muita cor, muito contraste ajudando a contar o mood das cenas e das sequências.

Keanu tá bem, num nível Keanu de ser bom ator, claro. E o resto do elenco do filme é impressionante com nomes como Willem Dafoe, Michael Nyqvist (o dinamarquês fodão que faz o Hannibal na tv), Alfie Allen de Game Of Thrones e o sempre bom John Leguizamo.

Uma das coisas legais do filme, que virou a marca registrada do personagem, é que Wick sempre que vai matar alguém termina com um tiro na testa. No começo é engraçado, mas uma hora você entra na vibe do cara.

E tô escrevendo isso porque está pra estrear a sequência desse John Wick e pelo que li o filme é mais punk e violento e sem perdão ainda.

Aguardo ansioso.

Halloween em gifs.

A dupla de designers canadenses Simon Lagneau e Rogé Rogé criou gifs de monstros da cultura pop em comemoração ao halloween desse ano.
Terror divertido é sempre melhor.

a mumia Ash beetlejuice carrie chukie Darkness dracula Edward Scissorhands frankenstein freddy iluminado Jack Skellington Jason Voorhees Jigsaw lecter Michael Myers monstro do pântano pinhead Primo Itt Regan Samara scream Slimer Stripe teenwolf The Wicked Witch of the West

Princesas da Disney visitadas por vilões do cinema.

Ideia boa do designer Rodolfo Loaiza Ontiveros que fez vilões bem do mal mesmo do cinema visitarem as fofas princesas da Disney.

Prestem atenção aos detalhes dos desenhos que são ótimos.

Olha o que o cara fez com a Sininho!

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Mashups pop.

Desculpem o post não muito relacionado a cinema, mas é bom.

O designer Buffalo Bill Gates criou uma séries de mashups ótimos de personalidades pop, personagens, atores, atrizes e muito mais.

Pra dar risada e relaxar antes da lista de melhores do ano.

buffalo-bill-gates-alice buffalo-bill-gates-bono buffalo-bill-gates-cher buffalo-bill-gates-et buffalo-bill-gates-gaga buffalo-bill-gates-ice buffalo-bill-gates-Macca buffalo-bill-gates-MC buffalo-bill-gates-MJ buffalo-bill-gates-MM buffalo-bill-gates-pacman buffalo-bill-gates-potter buffalo-bill-gates-quentina buffalo-bill-gates-ringo buffalo-bill-gates-riri buffalo-bill-gates-sina buffalo-bill-gates-smiley buffalo-bill-gates-spock buffalo-bill-gates-stevie buffalo-bill-gates-tintin

“Onde os Fracos Não Têm Vez”, a porrada.

Sempre que vou ver um filme com a assinatura dos irmãos Coen espero ser arrancado da cadeira do cinema, se não pela comédia, pelo drama, pelos roteiros brilhantes, pelas atuações de primeira devido à direção impecável de ator que vem das mãos desses caras.
Mas em seu novo filme, “Onde os Fracos Não Têm Vez”, eu não fui arrancado da cadeira como sempre acontece mas sim, já nos primeiros minutos de filme, ia me afundando de medo e mais medo cada vez que Javier Barden aparecia em cena. Lembra do Hannibal Lecter ou do Leatherface ou do Jason? Apareceu em cena, você já sabe que vem porrada.
Uma pausa rápida, eu acho o Barden um ator bem meia boca, que acabou sendo alçado a tudo que ele é hoje por hype e dinheiro espanhol, mas que agora, depois de vê-lo nesse filme, agradeço esse auê em torno dele.
Voltando, Barden é um assassino, daqueles piores de todos que a gente vê no cinema e lê em manchetes toscas de jornais, o cara que não perdoa nada, que mata e sai pronto pra outra e vai atrás do que quer, e tortura e pronto. Nesse início de filme, os diretores já mostram, escancaram, quem é esse cara, não guardam nada pra depois, o que é um “truque” genial, porque eles acabam criando exatamente esse efeito na platéia, o de “a gente já sabe o que vem pela frente e já sofrer por antecipação”.
A história do fllme é de uma mala com 2 milhões de dólares que é achada por um cara no meio de uma chacina que deu errado (ou certo, na verdade). Só que a mala devia ir parar nas mãos do personagem de Barden. Ele fica doido e vai atrás do dinheiro, seguindo o rastro do coitado que o roubou e deixando outro rastro, só que de sangue, atrás dele.
No meio do caminho, Tommy Lee Jones é o xerife da cidadezinha do meio do nada no Texas encarregado de ver o que está acontecendo. Ele mais parece um monge budista, cheia de filosofismos e calma e paciência, só que sempre um passo atrás do outro que também está um passo atrás do dinheiro.
O filme acaba sendo uma passarela para as atuações brilhantes de todo o elenco, que tem na trinca principal ainda a surpresa de Josh Brolin, um cara que está conquistando seu espaço como o novo estranho do cinema americano, que a gente nunca sabe se ele é bonzinho ou não.
Uma coisa a se prestar atenção no filme é a trilha sonora, ou na verdade a quase inexistência de trilha. Uma vez Hitchcock disse que o gênio não é saber onde e quando colocar música num filme, mas sim onde e quando não colocar. Desta vez, em “Onde os Fracos…”, Carter Burwell, o “trilherio”, soube não atrapalhar a narrativa e deixar os silêncios nos lugares mais apropriados possíveis, palmas pra ele!
É ter sangue frio, nervos de aço e respirar fundo pra uma experiência única com esse novo Coen.
Que venha o próximo.