Daft Punk sem capacete em Cannes.

Thomas Bangalter, um dos robôs do Daft Punk na verdade não é um robô!

Como assim?

Ele esteve ontem a noite na sessão oficial de abertura do Festival de Cannes, ao lado de sua esposa, a fodona Élodie Bouchez.

Ele é o cara meio careca, meio cabeludo, de óculos na foto, ao lado de Élodie.

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Bom, repensando o que escrevi antes, parece que Thomas é um robô sim. Enquanto as pessoas nesse vídeo, sua esposa e até Adrien Brody se movem, Bangalter fica duro que nem respira.

” O cara” do disco do Daft Punk.

Paul Williams é o cara.
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Uma vez já falei aqui no blog sobre um dos filmes da minha vida, “O Fantasma Do Paraíso” de 1974 do grande Brian de Palma onde um cantor vende a alma pro diabo por sucesso, uma versão do Fausto nos anos do glam rock e da cocaína.
Com esse disco novo do Daft Punk que “vazou” ontem, uma das músicas “Touch” é com o Paul Williams.
Williams é um cara que está há séculos na indústria fonográfica americana, autor de um monte de música da Barbra Streisand tipo “Evergreen”, autor de muita trilha de filme como vários dos Muppets e esse meu preferido “Fantasma…”.

O disco é bem estranho, bem porcaria e essa música é uma das porcarias do disco, mas é estranho o cara estar nela.
Vendo o vídeo dos colaboradores, o legal é ouvir mr. Williams falar que os caras o escolheram por causa justamente do filme do DePalma.
E ele fala bastante sobre os caras serem mascarados e no filme tem o mascarado também, que uma das inspirações deles vem de lá.
Só o vídeo do Pharrell é tão legal quanto esse, eu acho.
Olhae: