37/365 THE CLOVERFIELD PARADOX

Um paradoxo é uma afirmação aparentemente verdadeira que leva à uma contradição lógica. Por exemplo, "essa porcaria de filme é muito bom" ou "esse roteiro tosco funcionou perfeitamente". No caso deste Cloverfield não existe nenhum paradoxo: essa porcaria de filme é SIM uma porcaria; esse roteiro tosco é SIM muito tosco. O filme é o... Continue Reading →

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35/365 HELLRAISER: JUDGMENT

Uma das minhas felicidades cinemáticas é quando lançam um filme novo do Hellraiser, a minha franquia de terror preferida. Mas nos últimos anos essa felicidade termina lá pelos 20 minutos dos filmes lançados. E esse Hellraiser: Judgment, infelizmente, não foi excessão à regra. Apesar de rever Pinhead, o meu maior crush do cinema e líder... Continue Reading →

30/365 MOM AND DAD

Venho por meio deste post declarar, ou melhor, fazer um mea culpa: sim, eu assisti o filme novo do Nicolas Cage, Mom and Dad.   (chuva de vaias e gritos e feições perplexas) Segunda declaração da vergonha: o filme é bom. Triplo cataploft twist carpado! Mom and Dad é um dos filmes mais bizarros dos... Continue Reading →

Black Mirror como HQ’s antigas.

O cada vez melhor designer brasileiro Butcher Billy teve uma grande ideia. Criou uma série chamada Tales of the Unexpected Black Mirrors, que são as capas das revistas em quadrinhos do que seriam cada um dos episódios da temporada 4 de Black Mirror, o show que a gente tanto gosta, com estética de HQ americana dos anos... Continue Reading →

342/365 THELMA

Thelma é mais que um filme, é uma oração, quase uma missa, uma experiência religiosa. O filme do norueguês Joachim Trier, assistido aos 43 minutos do tempo final de 2017 me fez repensar toda a lista dos meus preferidos do ano. Pra começo de conversa, olhe esse poster: o mais lindo do ano, o mais... Continue Reading →

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