159/365 UM INSTANTE DE AMOR

Ah os novelões franceses.

De novo.

Depois da Natalie Portman e da filha do Johnny Depp, a Lilly Rose, exagerando como falei outro dia, agora é a vez da Marion Cotillard.

Esse Um Instante de Amor não é de todo ruim, na verdade ele até é interessante. Mas o que me deixa bolado é o tom novelesco desses filmes ditos sem pretensões.

O filme é bem escrito, mas tem uns exageros e uns descuidos que não poderiam nem deveriam haver., culpa da mão pesada da diretora Nicole Garcia.

Marion faz uma mulher com um apetite sexual que deixa todos de sua vila chocados e faz com que sua família force um casamento para que ela sossegue a periquita, literalmente.

Isso uns bons 50 anos lá atrás onde as nossas nóias atuais ainda não tinham sido “inventadas” ou descobertas, melhor dizendo.

A nóia dela é grande, tanto que mesmo aceitando o casamento, acaba tentando viver como ela é. Só que isso termina com ela sendo internada em um sanatório e lá ela vive uma grande paixão, talvez a grande paixão de sua vida, o instante de amor.

Adivinhem com quem?

Quem?

Claro que o onipresente Louis Garrel.

Não que eu esteja reclamando da presença do ator, mas podia variar, né?

Ele já tá virando o Selton Mello do cinema francês, guardadas as devidas proporções estratosféricas.

Um charme do filme pra mim é quando a família da personagem de Cotillard vai pra Lyon e tudo se passa na rua paralela de onde eu morei.

Escorreram lágrimas saudosas.

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