55/365 A MENINA QUE TINHA DONS

A Menina que Tinha Dons é um filme inglês baseado em um livro cujo subtítulo é “nem todo dom é uma bênção”.

Depois de assistir esse PUTA filme de zumbis eu tenho que discordar dessa frase e dizer que nesse caso, o dom da menina acaba sendo uma grande bênção, dependendo do ponto de vista.

Melanie é uma menina que, junto com outras crianças, vive prisioneira num lugar que é pesadamente cuidado pelo exército. Para sair de sua cela e ir às aulas, por exemplo, ela tem que ser presa à sua cadeira de rodas, presa pelos pés, mãos e cabeça. Assim como todas as outras crianças.

Elas são mal tratadas, os adultos parecem ter medo delas, sempre apontando armas pesadas para as crianças e apenas uma das professoras parece ter uma relação mais de respeito com as crianças e por isso mesmo é fortemente repreendida por seus superiores.

Aos poucos vamos descobrindo que essas crianças são na verdade filhos de zumbis que tomaram conta do planeta. Zumbis que não fazem nada além de comer carne humana, claro. Os típicos zumbis que tanto adoramos e tememos. Durante o filme descobrimos como os zumbis vieram de um fungo, como tomaram conta de tudo, muito bem contado e criado nesse mundo distópico zumbificado.

Só que essa segunda geração de zumbis nasceu diferente, eles são menos zumbis, eles conseguem aprender, conseguem falar, conseguem ter uma vida em princípio normal, até que ficam com fome e precisam comer carne humana.

Por isso tudo, essas crianças estão presas para passarem por exames e serem pesquisadas para que uma vacina seja criada, como acredita a cientista vivida por Glenn Close.

Só por ter Glenn esse filme já deveria ser visto. Mas apesar e por causa dela, o filme é bem bom. O grande filme de terror inglês desde 28 Dias Depois, filme de 2002.

O filme ainda tem no elenco os ótimos ingleses Gemma Arterton e Paddy Considine e dirigido pelo ótimo Colm McCarthy, o filme deveria virar uma franquia de terror porque as possibilidades do universo criado são imensas.

Agora, a grande coisa do filme é Sennia Nanua, a própria menina que tem “os dom”. Que atriz. Que menina. Que talento. Ela passa de um anjo de candura à uma comedora de carne em um piscar de olhos e a gente torce muito por ela.

A vontade é contar mais da história do filme, falar do final maravilhoso mas eu me calo e só digo: ASSISTA!

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