Gene Wilder: o Deus da comédia se vai.

Triste fiquei pela morte de Gene Wilder, o grande, um dos maiores de todos os tempos.

Ator americano, comediante, gênio, careteiro no melhor dos sentidos, o cara que serviu de base pra uma pesquisa grande que fiz esse ano sobre comédia e por isso revi toda sua filmografia e tudo que achei dele em vídeo pela internet.

O Willy Wonka original (fora Johnny Depp), Wilder é obviamente mais lembrado por “O Jovem Frankenstein”. Um grande filme mas que muito dele se deve ao seu autor e diretor Mel Brooks. Diz a lenda que Mel, durante as filmagens, dava dicas a Wilder de como dirigir porque achava que ele era bom demais para ser apenas ator.

Em minha opinião os grandes filmes dele, os mais engraçados e absurdos foram de sua dupla com outro gênio, Richard Prior: “Loucos de Dar Nó” e “Cegos, Surdos e Loucos” são exemplos de como uma dupla pode fazer história.

As cenas deles presos em “Loucos de Dar Nó” são aulas de interpretação em dupla, de como um ator ajuda o outro e muda a dinâmica quando precisa.

Em “Cegos, Surdos e Loucos” os caras estão num nível absurdo: um cego e outro surdo, nessa já clássica cena da briga no bar, um ajuda o outro como pode.

Como não dá pra escolher o melhor de “O Jovem Frankenstein”, vai uma compilação linda, inclusive com a cena do “walk this way” que, diz a lenda, foi a responsável pela criação da música do Aerosmith.

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