Shailene Woodley: de filme adolescente de chorar a mostrar peito em indie.

A Shailene Woodley apareceu pra mim em “Os Descendentes”, um filme meio chato do George Clooney que a única coisa que prestava era ela.
Desde então ela se tornou uma estrela teen por causa de 2 filmes, “Divergente” e o ótimo “A Culpa é das Estrelas”.
O primeiro é um filme na pegada de romance teen em várias partes, distopia, amor adolescente, mistério e tudo o que está na moda. Meia boca, mas super produção.
“A Culpa é das Estrelas” é um puta filme legal, baseado num livro de sucesso de mesmo nome, história de amor adolescente onde uma menina com câncer conhece menino com câncer num grupo de apoio e daí pra frente é muita choradeira.
Sério, muita choradeira mesmo.
Vi no cinema e fiquei com vergonha de sair a hora que acabou o filme porque chorei pelo menos 1 hora sem parar.
Mas o filme é bem bacana, historinha de amor lindinha, elenco ótimo com destaque pro galãzinho Ansel Egort o par da fofa Shailene.
Pra “piorar” a situação foi lançado o Bluray do filme com cenas inéditas num director’s cut que obviamente voltei a chorar como um besta. Mas vale a pena ver ou rever, o filme é lindo.
Bom, depois de ver isso tudo, vi esses dias na Mostra o filme mais recente da Shailene “Pássaro Branco na Nevasca” que deve estrear por aqui por essas semanas próximas.
Esse filme é dirigido pelo meu diretor preferido indie americano Gregg Araki.
Como todo filme do Araki é uma porradinha no estômago e um filme sem muita concessão, inclusive com muito peito de fora da Shailene.
Tava lendo uma entrevista com o diretor que diz que a conheceu logo depois dela fazer o filme do Clooney e ela disse que queria filmar com ele e rolou.
Claro que o cara tinha pouca grana, o filme demorou pra estrear e ele se deu bem porque ela virou grande e esse talvez seja o filme que ninguém esperava ver dela.
É um filme que se passa no fim dos anos 80 e ela é uma adolescente que pira quando a mãe dela desaparece.
culpa
Ela ouve muito rock inglês, dança de frente pra caixa de son, tem um namoradinho gato, transe com um cara mais velho, briga com o pai e sua mãe que some é a Eva Green.

Se eu puder aconselhar, diria pra ver os 2 filmes e entender como uma atriz como ela pode sim ousar e participar de um projeto bacana e não ter medos bestas.
Dizem que ela é toda estranha, que não tem casa, mora em hotéis, meio Keanu Reeves talvez. E por essas e outras falam mal dela, acho que por não fazer parte do mainstream do jeito que a indústria gostaria.
De gente assim que a gente precisa, sendo uma atriz ótima melhor ainda.

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