O fim da saga “Amanhecer” e a banalização (!) dos vampiros.

Tá bom, título péssimo e pretensioso.
Parece que vai começar um artigo científico uspiano.
O que não é o caso.
Na verdade é um desabafo sobre vampiros, meus personagens de terror preferidos, como eu já deixei claro antes nesse post.
Só que agora eu quero falar um pouco sobre a saga “Amanhecer” ou melhor, sobre o final dela no cinema.
Quando a Isabella minha filha era pequena, acho que quando ela tinha uns 4 anos, um dia coloquei ela pra assistir comigo “Entrevista Com o Vampiro”, nos bons (not) tempos do VHS. O filme era legendado, eu contava mais ou menos a história pra ela e ela se apaixonou pelo Brad Pitt. De lá pra cá, ela virou uma fanática por vampiros também e por causa dela comecei a ler os livros do “Crepúsculo”.
Primeiro lia pra ela, depois líamos juntos e o último eu li depois que ela acabou de ler.
O tempo passa, as crianças crescem e a necessidade de ter o pai por perto, mesmo que seja pra ler um pouco antes de dormir, também passa.
De qualquer maneira, vi no cinema todos os filmes da saga com ela, menos esse último. Acabei indo com minha companheira de cinema de sexta a noite que insistiu muito e que estava doida pra ver o Edward (sim, a Daniela é #teamedward).
Fomos e pra ser sucinto, rimos o filme inteiro.
Primeiro ri (como ri em todos os outros filmes da série) com a maquiagem e os cabelos da família de vampiros. Pra que deixar os caras mais feios? Pra que perucas tão péssimas? Pra que o Kela Lutz num filme?
Pra piorar a situação, nesse último filme, a filha de Bella e Edward, meio vampira meio humana, cresce a olhos nus e os produtores resolveram fazer o bebê com os piores efeitos especiais que o cinema americano de grande orçamento já usou num filme.
A gente já tinha percebido nos filmes anteriores que os lobos quando ficavam perto dos atores eram muito ruins, efeitos especiais baratos mesmo.
Só que com o bebê eles abusaram da nossa boa vontade.
Aqui um parêntese sobre o bebê que se chama Renesmee, a junção do nome das 2 avós, coisa mais ridícula do mundo.

Voltando a criança, de verdade não entendi porque não usaram uma criança real e fizeram um CGI depois no rosto, porque nada do que vimos no filme justifica a picaretagem.
Bom, o filme é bem meia boca, só salva a luta final que mesmo com os efeitos especiais de quinta teve um pouco de emoção.
O bom do fim desses filmes é que chega de vampiro bunda mole, que come bichinho e não beija a menina.
Chega de virgindade em filme de personagem de terror.
Pode ter amorzinho, paixão, como mostra o trailer de um filme que tô doido pra que passe logo, “Warm Bodies”:

Agora, o que eu quero mesmo é sangue, dilaceração, vampiro fodão com medo do sol e não o que se esconde porque brilha no sol (menos, né).
Outro filme que quero ver logo é “Midnight Son”, história de um cara que… Olha o trailer:

Pra completar, espero 3 coisas:
– que o Pattinson que já disse que odeia o “Crepúsculo” faça mais filmes como “Cosmpolis”;
– que a Kristen “preguiça”Stewart engravide e esqueça sua carreira de “atriz” de vez;
– e que o lobo Taylor Lautner assuma seu namoro com o reoteirista de “Milk” Dustin Lance Black e faça um monte de filme “alternativo”. Ou não.
Sem mais.

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