Meus dias todos com Marilyn.

Nem sei por onde começar esse post.
De repente a Marilyn Monroe virou onipresente na minha vida.
Não que não fosse antes, acho que vira e mexe a gente vê algo sobre ou ouve algo sobre MM, mas nas últimas semanas fiquei pasmo com a enxurrada de Marilyn.

Primeiro na tv: comecei a assistir e já viciei em “Smash”, um seriado americano que diziam ser o “Glee” dos adultos mas que grazzie a dio não é.
“Smash” conta a história de uma produção para a Broadway de um musical sobre a vida da (claro) Marilyn Monroe.
Se o enredo já não seria o suficiente pra assistir, ainda tem a absurda Debra Messing como a roteirista/criadora do musical; e ainda tem a vibe de um dos meus filmes preferidos “All That Jazz – O Show Não Pode Parar”.
O seriado gira em torno da criação do musical com o diretor inglês difícil, a produtora que não tem dinheiro, a roteirista apaixonada pelo ator principal e mais importante, a escolha da atriz que será Marilyn Monroe.

Daí aparece o poster do próximo Festival de Cannes e é uma foto de quem?
Claro, Marilyn Monroe segurando um bolo de aniversário.
Apaixonado de novo pela diva, fui ver “Sete Dias com Marilyn” com os 2 pés atrás.
Estava achando um exagero todo o furor em torno da Michelle Williams, apesar de gostar muito dela. Bom, terminou o filme e só faltou eu chorar, principalmente pela história não ter sido contada até então. Uma história linda de um assistente de direção de primeira viagem que tem um caso com a maior estrela de cinema de todos os tempos.
Claro que o filme é condescendente com a diva, ela devia ser um horror de chata e arrogante e sempre atrasada e sempre muito doida. Mas o roteiro é feito a partir das lembranças do aspirante apaixonado e maravilhado.
O legal desse filme é que o romance dos dois é o tema principal mesmo e a partir disso, a lindinha Michelle Williams acaba se mostrando (de novo?) uma atriz de primeira linha, fazendo com que eu vez por outra me esquecesse que não era a própria Marilyn Monroe. No início eu achei sua interpretação quase caricata, mas algumas cenas do filme são de deixar qualquer um de quarto por ela(s).

Depois disso, resolvi rever o engraçado “O Príncipe Encantado”: depois de ver como Marilyn se portou durante as filmagens, só me restava ver o filme e tentar entender seus estados de espírito, suas mudanças de humor e sinceramente dá pra perceber quando ela se anima com o menino, ela parece que brilha mais ainda.
Tá, pode ser que isso seja viagem minha, mas eu acho que dá pra perceber sim, é quase óbvio. Em algumas cenas, você vê a Marilyn linda e encantadora, jogando charme pra todo mundo, mas com uma cara de quem tá ali trabalhando mesmo. Em alguns momentos eu percebi um brilho diferente nos olhos, um sorriso mais sincero. Não sei se foram as drogas que davam pra ela que melhoraram ou se foi mesmo a paixão de 7 dias que ela teve com o assistente.

Claro que eu sou romântico, fissurado, bobo e tudo mais, mas é o tipo de coisa que me deixa bobo e babando.
Ah, pra completar e voltando lá no início, uma curiosidade bacana: em “Smash”, o seriado, a produtora sem dinheiro que vende um Degas pra bancar o musical é a Anjelica Huston, filha de John Huston, diretor de “Os Desajustados” , último filme da grande Marilyn Monroe e não só dela, mas de Montgomery Clift e de Clark Gable.

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2 thoughts on “Meus dias todos com Marilyn.

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  1. 😀 Tô no episódio 12 de Smash, vai até o 15, acho. Meu preferido até agora foi o capítulo 7, que eles apresentam o que têm do musical pros investidores e compilam todas as músicas. Revendo, algumas são quite good.

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