Casas de diretores famosos.

O designer Federico Babina criou o projeto Archidirector onde cria casas de diretores famosos baseados em sua obra fílmica.

A lista de casas vai de Tim Burton a George Lucas passando por Wes Anderson e Ridley Scott, Kubrick, David Lynch, Jacques Tati, Fellini, Charles Chaplin, Hitchcock, Zhang Yimou, Aki Kaurismaki, Bergman, Win Wenders, Jarmusch, Blake Edwards, Irmãos Coen.

Lindo.

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Jai Courtney, o novo queridinho de Hollywood.

O australiano Jai Courtney ao que parece virou o novo queridinho de Hollywood.

Depois de filmar com Bruce Willis, Angelina Jolie, Russell Crowe, fazer os filme de “Insurgente”, o cara caiu nas graças do povo e vai voar alto no novo “Exterminador do Futuro”.

Preparem-se.

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Netflix arrasando mais uma vez. Agora com a Valesca.

Nada foi mais importante ultimamente pra indústria de cinema e tv que o Netflix. Tanto que hoje a indústria toda tá indo atrás dos caras, só que sempre atrás mesmo.

Os caras são tão absurdos que vão ter um carro na parada gay de São Paulo com atrizes do “Orange Is The New Black”, obviamente que pra promover a estreia da terceira temporada dia 12 de junho, mas poderiam ter trazido só pra umas entrevistas e ciao.

Nos últimos dias lançaram essa campanha:

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Teaser ótimo. E mais um.

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Eles anunciaram que quem viria pra parada era a Crazy Eyes, a Nicky, a Poussey. Daí já imaginei que fosse mais uma atriz que viria pra cá.

Só que hoje lançaram esse vídeo:

Os caras chamaram a Valesca, fizeram uma versão de “My pussy é o poder” e mudaram pra “My Poussey é o poder”.

E a Valesca vai estar no carro da parada com as atrizes. E com certeza vai ser bem legal.

Não, esse não é um post pago. Sou fã dos caras mesmo.

Bruce Jenner agora é Caitlyn.

O pai do famoso clã televisivo-pop das Kardashians.

O triatleta americano com ouro olímpico.

O pai dos playboys bonitões do The Hills.

Bruce Jenner já foi tudo isso e agora ele revela seu novo eu, Caitlyn, na capa da Vanity Fair.

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Fotografado pela mais fodona Annie Leibovitz, Caitlyn aparece para o mundo sensual, linda e esperemos a revista pra ler o que mais.

Uns meses atrás ele deu uma entrevista enorme pra jornalista americana Diane Sawyer dizendo que logo o Bruce sairia de cena e ele seria de vez a mulher que sempre quis ser.

A entrevista é punk, melancólica e triste, o tempo todo ele diz que sempre soube que era uma mulher e sempre teve que esconder de todo mundo, menos de suas esposas. O que me deixou mais chocado foi que nenhuma das Kardashians apareceu no programa, apenas a Khloe. E seus filhos do primeiro casamento apareceram dando força ao pai. Fico pensando se a ex-esposa mãe da Kim odiou a ideia toda!

Aproveitando isso tudo, é uma boa hora pra indicar uma das melhores séries do ano passado, “Transparent”.

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Produzida pela Amazon.com, “Transparent” conta uma história bem parecida com a de Bruce, a de um pai de família que “depois de velho” resolve mostrar o mundo que é uma mulher e assume de vez o lado feminino. Tem no Netflix, tem em torrent, é demais.

O tempo chegou e aqui está Caitlyn.

E ainda tem o vídeo do making of.

Um dos meus preferidos da vida: “Ruas de Fogo”.

Lá longe em outro século, numa noite no meio da semana quando eu era um adolescente viciado em cinema, peguei o ônibus em frente de casa e fui pro cine Gazeta ver o filme novo do diretor de “The Warriors”.

Só tinha visto umas fotos, sabia que era uma fábula do rock’n’roll com gangues, neons e a Diane Lane que por esse filme viraria a musa da minha vida.

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“Ruas de Fogo” é tudo isso, uma estrela do “rock” numa cidade cheia de neons, bikers, Willem Dafoe chefe da gangue do mal que a sequestra, Rick Moranis como um manager fodão (até parece!), Michal Parré como o herói fodão e lindo e já de barba que não acaba como a gente queria e a linda, maravilhosa, baby, Diane Lane.

Filme bonzaço super clichê, parece “Casablanca” pop 80s com um filme tão gay quanto o filme que se passa no Marrocos.

Esse filme é da época que eu ia ao cinema com a minha câmera fotográfica escondida e fiava umas 3 ou 4 sessões tirando fotos das minhas cenas preferidas pra ter nos meus álbuns.

Delícia demais!

Nesse vídeo Diane cantando lindamente uma das músicas mais bizarras da história do cinema mas o melhor é a caída de cabeça dela quando seu amor e seu heróis vai embora do teatro no meio da música. Só um puta diretor faz isso.

O rei está morto. Vida longa ao David Letterman.

Essa semana o mundo da tv americana parou com a despedida do apresentador David Letterman.

Depois de mais de 33 anos no ar e 20 anos à frente do Late Night Show, Letterman ficou mais tempo no ar que qualquer outro americano em talk show.

O cara é poderoso sim.

Lembra quando os Foo Fighters cancelaram tour brasileira? Foi porque Letterman ia voltar ao ar depois de cirurgia cardíaca e pediu que sua então banda favorita tocasse pra ele.

Todos os presidentes americanos, todas as personalidades, artistas de Oprah a Madonna, de Macca a Fernanda Montenegro, todo mundo passou por lá.

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Se você fizer uma busca no youtube de shows em seu programa vai achar de David Bowie a Radiohead, de Lou Reed a Stones, todo mundo tocando ao vivo naquele palco.

Uma honra e garantia de sucesso era tocar em seu programa. E os Foo Fighters, seus preferidos, fizeram uma residência semanal uns meses atrás como já disse aqui no blog.

Em sua última semana no ar tocou apenas Bob Dylan e Eddie Veder fazendo uma versão emocionante de “Better Man” mudando a letra pra “Can’t find a Letterman”, como você pode ouvir abaixo.

Um dos highlights de seu show sempre foi a Top Ten List e no último programa o tema foi: “lista das 10 principais coisas que eu sempre quis dizer ao Dave” com 10 amiguinhos dele como Seinfeld, Tina Fey, Bill Murray só pra citar 3.

Claro que pra encerrar o programa teve Foo Fighters tocando “Everlong”, sua música preferida que segundo Letterman, é a música que o fez entender o que é ser um pai “velho” (ele tem 68 anos e seu filho tem 11 anos de idade).

E aqui vai o último “thank you and good night”.

Esse vai fazer falta.